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| Claudio Vaz |
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| Já foi personal stylist de personalidades como Fernando Henrique Cardoso, Chiquinho Scarpa, Aracy Balabanian, entre outros. Atualmente, trabalha com a apresentadora Daniela Albuquerque nos programas Manhã Maior e Dr. Hollywood |
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| postado em 31/05/2010 16h40 |
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| 1 - Roupa na moda há 70 anos |
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Crédito: Edward Quinn
Sua Alteza Real, o Rei Edward VIII da Inglaterra seria reverenciado por toda a vida como Imperador e passaria para a história como o monarca do reino de maior influência dos últimos séculos, mas o galante príncipe chocou o mundo vitoriano quando abdicou à coroa britânica pelo amor da socialite americana Wallis Simpson divorciada 2 vezes, um ultraje ou uma história de amor? Se a Inglaterra perdeu um péssimo rei, a moda ganhou um ótimo Duque. Sem saber o que fazer com este cavalheiro que dava declarações políticas constrangedoras, o império inglês brindou-o com o título de Duque, o Duque de Windsor que entraria para a História como o homem mais influente na moda masculina de todo o século XX. Sem querer o Duque tornou-se embaixador da qualidade dos tecidos e da alfaiataria britânica, em seu elegante exílio frequentava torneios de pólo e eventos beneficentes, recebia honrarias por onde passava quando aproveitava para atropelar tabus e regras de vestimenta masculina consideradas imutáveis para um cavalheiro, Sir Edward arriscava xadrezes com listras, meias claras com ternos escuros, sem jamais perder a classe. Na década de 30 sua fama de homem elegante ficou estabelecida como um fato indiscutível, as roupas que criava caíam-lhe tão bem que milionários americanos ofereciam pequenas fortunas para que alfaiates fiéis duplicassem qualquer peça encomendada pelo Duque. Ainda hoje persiste a lenda que os nós das gravatas chamados de “Meio Windsor” ou “Windsor” foram suas criações, mas eles já eram usados muito antes, são provavelmente, mais uma homenagem. Quase todas as peças dos inúmeros guarda-roupas que ele espalhava entre suas residências pelo mundo ainda existem e 70 anos depois estão bem conservadas em casas de leilões, museus e algumas alfaiatarias de luxo que as recompraram! O que chama a atenção na impressionante durabilidade das roupas do Duque, não é apenas a qualidade física dos tecidos, mas por terem passado por tantas décadas incólumes aos modismos, você poderia usar muitas de suas produções ainda hoje e com certeza seria considerado muito bem vestido. O príncipe Edward deixou duas lições importantes, uma é que roupas clássicas e bem feitas podem ser caras, mas valem cada centavo por sua qualidade e a lição mais importante é que cada homem deveria ter o direito de expressar sua personalidade na forma de se vestir, que pode brincar com combinações e detalhes sem precisar se levar tão à sério… todos agradecemos. |
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| postado em 06/11/2009 15h08 |
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| 2 - Joga pedra na Geysi |
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Universitários perseguem moça de 20 anos pelos corredores da Uniban de São Bernardo do Campo. A aluna Geysi Arruda precisou da ajuda de PMs para não ser agredida pela manada enfurecida. Não é a roupa da Geysi que devia estar em julgamento... Tentar transferir parte da culpa para o seu vestido vermelho é fugir da questão. Houve uma agressão por intolerância e isto não tem nada a ver com moda. A gente vive falando sobre a roupa certa para cada ocasião, mas a primeira lição de elegância é aprender a conviver em harmonia, respeitar o próximo e, se possível, defender o direito das pessoas buscarem a felicidade. A maioria das famílias destes estudantes paga sua educação com dificuldade. Todos perdem com esta situação, principalmente porque buscam receber uma formação de qualidade. Além de garantir reais possibilidades desta turma integrar o mercado de trabalho, uma Universidade tem a função social de proporcionar uma experiência culturalmente rica, formando profissionais conscientes da sua importância na construção de uma sociedade melhor. Claudio Vaz www.claudiovaz.com.br |
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| postado em 27/10/2009 15h23 |
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| 3 - Guerra das agulhas na moda masculina |
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As últimas décadas forçaram a massificação nas roupas sociais masculinas, recentemente assistimos à invasão de ternos, gravatas e camisas, vindos do extremo oriente, desembarcando nas araras de shoppings e até dos supermercados, é a revolução do auto-atendimento, seja alto ou seja baixo, gordo ou magro é só pegar algumas peças na prateleira, correr para o provador mais próximo e...bom, vire-se, literalmente.
A última notícia é que do lado de cá desta batalha, estamos vivendo uma renovação de uma das tradições mais elegantes da moda masculina: A roupa sob medida. Reforçada pela grande tendência da customização, da busca pela exclusividade, este setor armado apenas de alfinetes e muito bom gosto, está conquistando novos recrutas entre executivos criativos e jovens formadores de opinião.
O que será que está atraindo este pessoal? Aparentemente temos outros benefícios envolvidos que não aparecem nas roupas e nem estão incluídos no preço. Primeiro é freqüentar um ambiente com tantas referências à tradição dos alfaiates europeus, em um atelier de roupa sob medida é possível aprender a apreciar tecidos espetaculares de todas as partes do mundo, ver novos modelos de camisas e paletós e ainda saborear um belo charuto expandindo sua network com outros clientes VIPs da casa, mas o real benefício extra, parece ser a consultoria personalizada, feita por gente com conhecimento e tradição, estes alfaiates começam por conhecer o seu estilo de vida e podem adaptar todo o seu guarda roupa às principais ocasiões da sua rotina de trabalho e lazer.
Finalmente descobrimos que existe o prazer simples e luxuoso de sair com uma roupa única, esculpida sobre seu próprio corpo, mesmo que ninguém repare, o homem que está vestindo um terno bem cortado se sente bem consigo mesmo.
Conversando com alguns destes alfaiates, a gente descobre que tem sido difícil resistir à invasão da micro-fibra, alguns lançaram-se na guerrilha do prét-a-porter com marcas próprias, mas muitos profissionais ficaram firmes em suas trincheiras de pura lã e algodão egípcio, mantiveram suas convicções e acreditam que um homem bem vestido é resultado do olhar atento de um profissional, que a verdadeira elegância vai sempre ser aliada dos ternos feitos à mão e dos tecidos com caimento perfeito.
Claudio Vaz http://www.claudiovaz.com.br |
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| postado em 08/10/2009 21h29 |
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| 4 - Quem consegue organizar seu próprio armário? |
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A hora de escolher uma roupa para sair pode ser um grande problema para a maioria das pessoas. Manter um guarda roupas bem organizado parece mais complicado do que realmente é, em geral falta apenas um pouco de disciplina para conservarmos as roupas diariamente.
O primeiro passo é a faxina geral, nesta etapa fazemos a separação das roupas que não estão em condições de uso em pilhas diferentes: temos as roupas amareladas pelo tempo, as peças que precisam de botões ou pequenos consertos. Chegamos agora às pilhas mais complicadas, a pilha das peças que nos trazem algum envolvimento emocional mas que não vamos usar nunca e a pilha das roupas que guardamos para o dia em que elas voltarão à moda...Meu conselho é firme: doe-as todas para a Campanha do Agasalho, ou guarde-as em um grande baú, bem longe do seu armário.
Agora temos uma área de trabalho espaçosa, e podemos montar as produções, este é o segredo de um armário “voltado p ara resultados”, as peças coordenadas já ficam pré-determinadas e na medida do possível, colocadas em um mesmo cabide.
Segunda-feira pela manhã a gente já começa a colher as primeiras alegrias de um guarda roupas eficiente e, muito provavelmente, vamos seguir com esta organização por uma semana ou mais!
A dica é criarmos o hábito de cuidar das roupas diariamente, ao final do dia, momento de tirá-las, antes mesmo de cairem ao chão, já temos que colocá-las no cabide correto ou no cesto de roupa suja. Aproveite o prazer de estar sempre bem vestido e sem perda de tempo.
Claudio Vaz
http://www.claudiovaz.com.br |
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| postado em 11/09/2009 22h02 |
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| 5 - Dicas infalíveis para comprar roupas |
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Percebi que minhas roupas possuem muitas outras funções além de proteger e esquentar minha pele, na sociedade em que vivemos, as roupas adquirem uma importância maior, elas definem nossas profissões, nosso estado de espírito, mas principalmente, nosso status social, só este fato já é motivo suficiente para fazermos compras mais atentamente.
Quando vou às compras, elas me parecem bem racionais, mas a verdade é que compro por impulso, quando alguma peça desperta o meu desejo, sou capaz de arrumar um boa desculpa ra cional e convincente para mim mesmo, e acabo com roupas que ficam guardadas no armário e nunca uso.
Comecei a perceber que existem outras dimensões que me motivam na hora de consumir e que existem valores "ocultos" nos produtos e que me fazem comprar certas roupas, indo um pouco além, as roupas que escolhemos usar, conscientemente ou não, possuem códigos sutís que mandam mensagens para as pessoas ao nosso redor.
Então, para economizar tempo e dinheiro na hora de fazer compras, resolvi ser bem sincero comigo mesmo e ir direto ao assunto, sem ter que inventar desculpas maiores tentei descobrir:
Eu me visto para quem?
Em primeiro lugar me visto para mim mesmo, para expressar minha identidade e muitas vezes me ajudar a melhorar a auto-estima, aqui vai a primeira dica:
1. Faça uma breve lista das ocasiões em que escolher uma roupa causou algum problema para você. Exemplo: Primeiro encontro, entrevista de emprego, eventos, baladas, etc.
A realidade é que todos vivemos em sociedade e temos que atender às expectativas das pessoas ao nosso redor, e isto precisa de um cuidado bem especial:
2. Faça uma pequena lista com estas expectativas "sociais" que você DEVE atender e como as pessoas esperam que você se vista. Exemplo: Profissionalismo e seriedade ou criatividade e dinamismo.
Na vida podemos seguir as marés ou liderar nosso próprio destino, neste sentido precisamos "gerenciar" nossa imagem, o que EU quero projetar conscientemente para as pessoas que quero cativar?
3. Faça uma lista com os atributos que você espera serem reconhecidos quando você estiver usando suas roupas novas. Exemplo: Elegância, Confiabilidade ou Sexy e Inovadora.
Talvez o mais importante ao sair de casa seja a minha auto-confiança, como quero me sentir com es ta roupa?
4. A sugestão é fazer uma lista bem curta com as pessoas-chave com as quais você se identifica, pessoas bem sucedidas, felizes ou mesmo personagens. Exemplo: Meryl Streep em "O diabo veste Prada" ou a Fernanda Young na entrevista com a Pitti.
Com base nas respostas SINCERAS das questões anteriores, agora podemos montar a lista definitiva de elementos do vestuário, cores e acessórios que compoem nosso estilo de vida e nossa auto-imagem.
5. Crie uma lista com itens que formam este conjunto visual para as ocasiões mais importantes, nossas obrigações sociais e profissionais, a imagem que devemos projetar e observações de pessoas-chave com as quais nos identificamos.
Exemplo da lista de compras:
1. Óculos quadradinho "Marília Gabriela" para passar imagem moderna e intelectual no trabalho.
2. Terninho preto com camisa de cor forte "Glorinha Kalil" p ara festas e eventos mais sociais.
3. Tênis branco que a Fátima Bernardes usou na revista Caras para academia e praia.
4. Etc, etc
Com uma lista assim, os vendedores das lojas vão poder te oferecer as melhores ofertas com agilidade e suas compras de roupa vão passar a ser eficazes para o dia-a-dia e principalmente, vão trazer maior confiança e satisfação pessoal para você.
Claudio Vaz
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| postado em 14/07/2009 18h20 |
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| 6 - Apresentação profissional no trabalho |
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A linguagem das roupas é uma forma de expressão não-verbal muito forte, não tenha dúvida que a roupa faz o monge, veja a farda dos militares, sua função na guerra é tão importante que é considerada parte do arsenal
Do jovem estagiário ao executivo experiente, a imagem profissional precisa ser bem gerenciada, a imagem pessoal vai muito além da cor da camisa que usamos, ela é formada pelo conjunto de aspectos que observamos ao tratar de negócios com outra pessoa;
Naturalmente, em primeiro lugar, temos a ética e as boas maneiras, mostrar educação ao cumprimentar o colaborador mais simples e tratar de negócios com seriedade é a base para qualquer relacionamento duradouro.
A imagem profissional começa a ser construída pela atitude confiante que pode ser percebida até pelo telefone; um profissional seguro e com postura firme passa idoniedade e capacidade técnica em todos os contatos com clientes e colegas.
Percebo alguns problemas que acontecem na cabeça das pessoas com impactos na sua forma de se vestir: Temos aquelas muito ocupadas, elas não acham tempo para sair para comprar roupa, vestem todo dia aquilo que encontram no armário, outras simplesmente têm preconceito mesmo, acreditam que um sujeito desleixado pode fechar bons negócios e que a aparência não tem nada a ver com competência.
No extremo oposto temos pessoas muito vaidosas, vítimas de modismos, em geral sofrem de insegurança, e gostam de chamar atenção com roupas muito decotadas, justas ou com cores estridentes.
Entre todos estes mundos existe um lugar para o equilíbrio, neste lugar ficam os profissionais realmente elegantes, que sabem valorizar uma roupa bem feita e harmonizá-la com sua personalidade, que possuem um estilo simples e ao mesmo tempo marcante.
Algumas profissões possuem regulamentos e leis para a forma de vestir como no caso da área da saúde e alimentos em que a roupa tem uma função diretamente ligada à higiene, mas outras áreas possuem códigos estabelecidos pela tradição, que apesar de não estarem escritos acabam tendo a mesma rigidez e ninguém ousa descúmpri-los, um executivo de bermudas ou um DJ com terno e gravata perdem todo o prestígio.
Afinal, com que roupa devo ir? A resposta é óbvia, mas muita gente esquece que simplesmente depende da ocasiao!
Se você for visitar um cliente, procure perceber qual é a roupa que as pessoas usam e acompanhe, usando esta regra você vai descobrir que será melhor recebido.
Em uma fábrica vá com roupas simples, e para ser bem tratado pelo pessoal do banco vá com um blaser e uma boa maleta de couro.
Cada ramo tem seu código e cada empresa tem diferenças hierárquicas expressas na roupa de cada profissional, observe e adapte seu estilo para estar com a roupa certa conforme o local e a ocasião.
Cláudio Vaz |
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| postado em 29/06/2009 19h49 |
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| 7 - Fashion Week e a França |
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Nossos estilistas vão exportar alegria em forma de vestidos exclusivos, energia solar em forma de roupa, vamos vender bossa nova em estampas de biquínis
O ano da França no Brasil é um bom momento para uma reflexão sobre o papel da moda na economia do país, a França é o berço da moda como a conhecemos hoje, também da gastronomia, enologia, artes plásticas e outras centenas de manifestações culturais pelas quais a França é reconhecida e admirada.
Com uma renda per capita 8 vezes maior que a nossa, a França possui uma economia voltada para exportar cultura e o talento de seu povo, 1 litro de Chanel n.5 de lá pode comprar 80 toneladas de cana de açúcar de cá, este é o verdadeiro significado da expressão "agregar valor": Trocar um mar de commodities por algumas gotas de arte.
Deste ponto de vista, é que a moda deixou de ser uma questão de vaidade pessoal para ser respeitada como uma indústria forte que traz divisas e empregos para brasileiros aqui e no exterior, mas estamos falando daquela moda com M maiúsculo, que não copia modelos e não paga royaltes internacionais, a moda que expressa nossos valores e explora a imagem positiva do Brasil, dos nossos estilistas para o mercado interno e p ara exportação.
O grande palco destes criadores profissionais são os grandes eventos de moda como o São Paulo Fashion Week e o Rio Fashion, estes eventos unificados sob a administração de Paulo Borges, mostram que além da paixão, agora temos foco em resultados internacionais.
Um grupo de investidores cariocas, desde abril de 2009, é responsável pela profissionalização destes eventos de moda em São Paulo e Rio de Janeiro, e também incluíram em seus portfólios as marcas Ellus, 2nd Floor, Isabela Capeto e Alexandre Herchcovitch, marcas que possuem algo em comum, elas expressam o lifestyle brasileiro lá fora, exportam o nosso jeito vivo de ser, criativo e alegre, imagine o sucesso que estes atributos coloridos podem ter em terras frias e nubladas! Estamos exportando energia solar em forma de roupa, vamos vender bossa nova em estampas de biquínis.
Uma pessoa como a diva Bethy Lagardère, a grande homenageada deste São Paulo Fashion Week, é nossa verdadeira embaixatriz lá fora, fez mais pela moda do Brasil na França em 30 anos, que séculos de relações diplomáticas oficiais, uma mulher com sua elegância divulga nossa cultura com mais efetividade que milhares de anúncios em revistas ou jornais de Paris.
Agora é a hora de termos orgulho verdadeiro das nossas riquezas, unindo nossa capacidade industrial com nossa criatividade, no lugar da madeira, vamos vender hidratantes com sementes da Amazônia, nossos estilistas vão exportar alegria em forma de vestidos exclusivos, é hora de exigir respeito para a indústria da moda no lugar da frivolidade com que muitos burocratas encaram estas riquezas culturais!
Na edição Verão 2010, o SPFW contou com o apoio da Federação Francesa de Alta-Costura, do Prêt-à-Porter dos Costureiros e dos Criadores de Moda, da França.Br 2009 e da Ubifrance Missão Econômica. |
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